Skip to main content

User Experience Design (UX) ou design de experiência do usuário, é uma área de atuação no mercado de tecnologia que tem sido bastante valorizada nos últimos anos. Sua função é garantir que todos tenham uma navegação agradável e intuitiva ao utilizar aplicativos, produtos e serviços – assim como atender às expectativas do negócio.

Na busca por digitalizar e inovar processos empresariais, a preocupação com a qualidade da experiência do usuário tornou-se central no desenvolvimento de produtos digitais, aumentando a pesquisa e demanda por uma área especializada nesse tópico: a área de UX.

 

Nesse contexto surge o designer de experiência, que realiza um trabalho repleto de pesquisas envolvendo o público, o mercado, outras plataformas, funcionalidades e até mesmo os aspectos visuais de um ponto de vista crítico, sempre buscando identificar oportunidades de melhoria.

Utilizar telas bonitas e peças gráficas atraentes como solução para objetivos estéticos é sem dúvida uma das habilidades esperadas da maioria dos atuantes na área de design, mas nesse caso o destaque e valor reside em algo ainda mais intrínseco: compreender as dores e anseios dos clientes, do negócio e as limitações tecnológicas que envolvem a criação de um aplicativo, funcionalidade, site ou plataforma.

 

Portanto, diante dessas características, podemos dizer que além dos dotes visuais, UX Design também é sobre:

 

Entender os usuários

 

Se o produto ou serviço está inserido no universo da tecnologia, teremos usuários e entender profundamente suas necessidades, comportamentos, motivações e desejos exige, além de embasamento e análise, empatia para conectar-se com pessoas.

 

Adicionar ou remover uma funcionalidade de um aplicativo, uma decisão aparentemente simples, culmina em consequências que podem abalar significativamente um negócio e a vida das pessoas que utilizam diariamente a aplicação – por isso até mesmo pequenas decisões pedem uma rica noção de quem são os usuários.

 

Analisar a viabilidade

 

Não é raro surgirem ideias que se tornam soluções para problemas errados. Dentre os muitos ruídos que podem acontecer na criação de projetos de aplicativos, não ser assertivo no diagnóstico desses problemas é um dos erros que implicam em investimentos desperdiçados com um produto falho. Um cliente pode informar um sintoma, justificá-lo como uma consequência de tantos outros problemas na sua jornada e essa informação levar à construção de uma funcionalidade que, no fim das contas, resolve somente o sintoma e não transforma a estrutura que corrobora para uma má experiência em outros pontos de contato.

 

Por aqui, uma das primeiras etapas da nossa metodologia busca justamente entender não só os desafios de usabilidade, como também compreender o ecossistema do negócio, para que todo o investimento seja viável e rentável.

 

Design responsável e com objetivo

 

Quando estamos no papel de clientes e buscamos um aplicativo para a resolução de uma situação específica, qualquer sugestão e botões que nos tirem o foco desses objetivos são estressantes. Parte da criação de jornadas é entender para quem e quais são as motivações de cada interação durante a navegação, é importante eliminar tudo que for desnecessário para encontrar um recurso. O questionamento: “essa funcionalidade auxilia a resolver o  problema específico do usuário?” deve ser constante.

 

Saber priorizar as interações certas é essencial para que os investimentos não sejam desperdiçados e o público continue utilizando o aplicativo, e a única forma de contornar esse risco é através da pesquisa e do profundo entendimento do negócio e seu contexto.

 

Interatividade

 

Diferente de uma arte gráfica feita para comunicação visual, quando usamos um app estamos interagindo a todo momento com seu conteúdo. Precisamos, por exemplo, ter um retorno visual quando tocamos em um determinado botão, quando algum campo não foi preenchido ou quando algum erro ocorreu.

 

A forma como as informações são apresentadas, organizadas e incluem ações em sua jornada compõem um aspecto fundamental do design de experiência, sendo um dos recursos que mais contribuem para que as pessoas continuem utilizando um aplicativo.