Espresso Labs no Valor Econômico: como a IA mudou a avaliação de desenvolvedores
A Espresso Labs foi destaque no Valor Econômico em matéria sobre o custo das ferramentas de IA, que já rivaliza com salários, e a nova forma de avaliar desenvolvedores. Leia os principais pontos.

A discussão que motivou a criação do Devint chegou ao maior jornal de economia do país. A Espresso Labs aparece em matéria publicada no Valor Econômico no dia 5 de agosto, com o título “Na era da IA, custo de ferramentas já rivaliza com salários e muda a forma de avaliar desenvolvedores”.
O tema é exatamente o problema que vivemos na prática e que nos levou a construir um produto para resolvê-lo.
A conta que mudou
Durante décadas, o custo de um time de desenvolvimento era, essencialmente, a folha de pagamento. Ferramenta era detalhe: uma licença de IDE aqui, um servidor ali. A IA virou essa conta de cabeça para baixo. Entre assinaturas de assistentes de código, consumo de tokens de modelos e ferramentas de agentes, o gasto mensal por desenvolvedor deixou de ser rodapé e passou a disputar espaço com o próprio salário no orçamento de tecnologia.
E quando o custo por profissional muda de patamar, a pergunta seguinte é inevitável: como saber se esse investimento está voltando em produtividade? As métricas tradicionais de avaliação, linhas de código, quantidade de entregas, senioridade percebida, foram desenhadas para um mundo em que o desenvolvedor escrevia tudo à mão. Elas não capturam quem usa bem a IA, quem apenas delega sem critério e quem produz volume sem qualidade.
Onde a Espresso Labs entra nessa história
Foi essa distorção que sentimos primeiro dentro de casa, gerindo nossos próprios times, e depois confirmamos nos clientes: a produtividade por desenvolvedor subiu, o custo por desenvolvedor também, e os controles de performance ficaram defasados. Avaliar desempenho virou opinião, e opinião não sustenta decisão de negócio.
O Devint, nossa plataforma de avaliação de performance para times de tecnologia, nasceu como resposta. Ele cruza as métricas das ferramentas que os times já usam e resume o desempenho de cada profissional no DevScore, uma nota de 0 a 100 que devolve critério objetivo às decisões de gestão: promoção, treinamento, alocação e, agora, também o retorno sobre o gasto com IA.
Apresentamos o Devint ao mercado na Rio Innovation Week 2026 e seguimos abrindo as primeiras vagas de acesso à plataforma.
Performance não é opinião
A matéria do Valor confirma o que temos dito nos palcos e nas reuniões: a era da IA não diminuiu a importância de avaliar bem os times de tecnologia, ela tornou essa avaliação mais difícil e mais cara de errar. Empresas que continuarem medindo desenvolvedores com régua de 2020 vão tomar decisões erradas com números que parecem certos.
Leia a matéria completa no site do Valor Econômico e, se quiser entender como o Devint pode dar critério à avaliação do seu time, fale com a gente.
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